
Comece pelo tempo de treino que você realmente tem
Uma pool reúne escolhas que você consegue manter preparadas, não todos os campeões que aceitaria selecionar. Um ponto de partida útil é ter um principal e uma alternativa na sua função preferida. É uma sugestão de treino, não um número ideal comprovado. Quem tem mais tempo ou outros objetivos pode manter mais escolhas.
Escolha um principal cuja rotina você aprecie, inclusive nas rotas comuns e nas partidas em desvantagem. Repetir fica difícil quando você só gosta do campeão em jogos favoráveis. Familiaridade com o tempo do último ataque, as trocas e as fugas também libera atenção para o mapa. Tenha uma escolha confiável na função secundária e uma alternativa se banimentos ou disputas pelo campeão costumarem deixar você sem uma opção praticada.
Dê uma função a cada escolha
Escreva quando pretende usar cada campeão. A alternativa pode cobrir um principal muito disputado, oferecer outro padrão de dano ou iniciar lutas quando sua escolha habitual depende de alguém para fazer isso. Ela não precisa resolver todas as fraquezas. Uma alternativa que exige mais treino do que você consegue oferecer só cobre o problema no papel.
Para cada escolha, descreva o plano de rota, uma ameaça comum e uma contribuição em desvantagem. Você consegue lidar com uma wave difícil? Qual habilidade inimiga muda a possibilidade de trocar? O que pode fazer quando não vence um duelo? Essas respostas mostram preparo melhor do que possuir vários campeões de classes diferentes.
Uma escolha às cegas acontece antes de você conhecer o confronto da rota. Conhecer rotas difíceis pode tornar a decisão mais administrável, mas nenhum campeão é seguro contra tudo. Chamar uma escolha de “boa para escolher às cegas” não substitui aprender o que ceder e como continuar útil diante de uma resposta favorável ao adversário.
Compare duas formas de usar uma semana limitada
Imagine que você tenha algumas noites para jogar e alterne entre oito campeões do meio. Cada partida exige recalibrar alcance, recursos e dano. Ao perder uma troca, pode ser difícil distinguir um problema do confronto, da wave ou do desconhecimento dos limites do próprio campeão.
Com um principal e uma alternativa praticada, mais dessas variáveis ficam familiares. Você consegue comparar como lidou com a mesma pressão em vários jogos. Isso não garante resultados melhores de imediato; reduzir a pool pode significar enfrentar confrontos desconfortáveis. O benefício é uma tarefa de aprendizado mais clara e mais oportunidades de testar um ajuste com as mesmas ferramentas.
Adicione um campeão para um problema recorrente
Não reconstrua a pool depois de toda sessão de derrotas. Uma sequência curta de resultados não basta para provar que o campeão é o problema. Revise as situações primeiro. Se suas escolhas têm dificuldade frequente para alcançar alvos importantes, diferencie uma limitação das ferramentas de um erro no momento de entrar nas lutas.
Quando uma lacuna persistir, defina-a antes de escolher outro campeão. “Quero uma opção conhecida que consiga proteger uma fonte de dano” é mais útil do que “preciso de algo forte”. Veja se um campeão atual poderia cumprir essa função com um plano melhor. Se for preciso acrescentar uma escolha, reserve tempo para praticá-la antes de colocá-la na rotação das ranqueadas.
Teste o preparo por situações, não por uma cota de partidas
Use a ferramenta de treino para a mecânica básica e partidas não ranqueadas adequadas para enfrentar adversários reais e waves que mudam. Não existe uma quantidade fixa de jogos que deixe um campeão pronto. Procure execução repetível: fazer uma troca simples, reconhecer quando ela é insegura, administrar recursos e explicar sua função depois da fase de rotas.
Mantenha uma nota curta para cada problema recorrente de confronto. Depois de algumas partidas comparáveis, veja se o erro continua e se a função pretendida para a escolha ainda faz sentido. Mantenha a menor pool que atenda aos seus objetivos e continue agradável de praticar. Aprofunde-a de propósito, em vez de tratar todo patch ou adversário difícil como motivo para recomeçar.